
Foi a muito, muito tempo... Oh Laurindinha da Serra... Havia um Sapo... Ai o linda... Porque é que no meio de tanta coisa bela, tinha que aparacer uma obra prima da natureza dedicada unica e exclusivamente, com a totalidade do tempo de antena sobre esta (censura)... Penalva do Castelo é um "concelho", dizem, "desenhando o futuro", vejam bem a nossa insignificancia que ainda nem do papel passamos...
quarta-feira, 20 de junho de 2007
A boa educação impera!!!

segunda-feira, 18 de junho de 2007
A história de 1 menino mal comportado...
Entretando ia cumprindo os seus objectivos primários que havia aprendido decerto no seminário, ou talvez bar, discoteca ou casa de meninas, ou seja, basicamente a pôr os poucos jovens que por cá havia fora da igreja, talvez ainda chateado com o que lhe haviam feito os putos da altura na sua escola, quando chutou o calhão e não na bola, por estar a cobiçar a coisa alheia... pobre garoto...
E o porquito acrescenta:
- Ao menos que seja de Pindo o vinho...
"O Senhor do Anel"
-Ai é, temos que ver isso, o vinho tem de ser de Penalva, de Pindo não que pode ter dejectos de porco...
Ao que o "Puto novo" responde:
- Sr. do anel, porque haveria eu de beber vinho de fora quando este nectar é divino?
Mas quanto ao resto não lhe vou negar, que saio com os meus paroquianos à noite, vamos a bares, discotecas e outros locais mais, mas sabe "Sr. do anel" os meus paroquianos gostam de mim, falam comigo, conversam comigo e eu com eles, contrariamente a esses dois, que não podem estar no mesmo sítio, os paroquianos não gostam deles e têm as igrejas cheias de beatas e velhas fedorentes, contrariamente a mim, que tenho lá muito mijinho novo...
Pois é verdade, não se entenderam, como era de esperar e foi então que na terra onde o pobre garoto tinha dado um chuto no calhão em vez da bola, toda a aldeia entrou em alvoroço... Não era pra menos, o seu padreco havia ido para bem longe dali na companhia do Senhor e agora corria o buato de que o puto rebelde, que quase havia destruido o pobre do calhão podia voltar...
quinta-feira, 7 de junho de 2007
Papeís, papeletas e papeladas...

In Pena Jovem, Junho 2003 - Reprodução na íntegra
1. O que significa para si ser Director de “O Penalvense”?
- Significa acima de tudo ter uma grande paixão pelo jornalismo. Significa prestar um serviço aos nossos leitores procurando informá—los sobre o que de mais importante vai acontecendo neste concelho e também sobre a vida das comunidades de Penalvenses espalhadas pelos quatro cantos do mundo. Significa ainda trabalhar como uma equipa de colaboradores excepcional que por dedicação e gosto pelo jornalismo tornam possível que este jornal chegue todos os meses às mãos dos leitores.
2. Pode-nos caracterizar um pouco o jornal (periodicidade, propriedade, ideologia, nº de assinantes, universo de leitores, colaboradores, assuntos mais tratados...)?
- O Penalvense é um periódico mensal, propriedade da Fábrica da Igreja de Ínsua, com sede na rua Alexandre Herculano, nesta Vila. É um mensário de expansão inter-regionalista de inspiração cristã, com uma visão universalista da informação e da cultura, feita à luz da doutrina da Igreja e dos valores do humanismo cristão, dirigindo-se a todos os leitores sem discriminação política, de raça ou religião. Tem dois mil assinantes, sendo mais de uma vintena os colaboradores. Os temas mais tratados são: 1. Formação integral da pessoa humana; 2. A luta pela dignificação do homem, pelo desenvolvimento e progresso da nossa região; 3. A contribuição para o desaparecimento das desigualdades sociais, e ser portador do esclarecimento e da força criadora da crítica.
3. Que papel assume o jornal junto dos seus leitores, especialmente junto dos penalvenses emigrados?
- O papel deste jornal junto dos seus leitores e junto dos penalvenses emigrados é de informar, formar e recrear, estar atento ao que se discute, se faz e se decide na sociedade e na Igreja, privilegiando tudo o que se relacione com a cultura, a educação, o ensino, a evangelização, a solidariedade, a paz, a justiça, a ecologia e os direitos humanos.
4. Alguém designou a comunicação social como o “4º poder”. Concorda?
- Sim. Porque tanto pode contribuir para o desenvolvimento das pessoas e sociedades, promovendo os valores humanos e dando voz aos que não têm voz, ou pelo contrário pode ser um meio potente de desinformar, denegrir e destruir o bom nome de pessoas e instituições.
5. Hoje vivem-se alguns momentos conturbados no nosso País, nomeadamente com os sucessivos relatos no campo da pedofilia... O poder judicial tem-se mostrado implacável. Que comentário lhe sugere a actuação, a forma de estar de alguma comunicação social, principalmente as televisões? Que vantagens e/ou inconvenientes trazem para a nossa sociedade?
- O comentário que me merece é este: um excelente exemplo de como não se deve fazer jornalismo; e a nossa sociedade só pode ficar mais pobre com actuações desta natureza de alguns meios de comunicação social.
6. Voltando à imprensa escrita, nomeadamente o jornal, qual o futuro que lhe está reservado, agora que sofre a concorrência das novas tecnologias de informação e comunicação?
- Quanto ao futuro da imprensa escrita, nomeadamente dos jornais, segundo o meu ponto de vista, nada tem a recear desde que enveredem por um jornalismo sério, que se preocupe em informar, formar, e recrear, tendo sempre como objectivo ser isento e procurar privilegiar a verdade e o bem comum.